terça-feira, 10 de novembro de 2009

Ô cana...

Deu na Globo News:

Uma condutora de metrô na cidade americana de Boston foi saudada como heroina depois de ter conseguido frear a tempo e evitado atropelar uma mulher embriagada que havia caído nos trilhos. A media local afirmou que a mulher parecia embriagada e que, no momento da queda, ela estaria tentando apagar uma bituca de cigarro.



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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Taverneiro da semana

Detalhe para a reação dos transeuntes, os "passinhos de dança" do camarada e a perseverança do sujeito em não largar a sacola pra trás...




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domingo, 18 de outubro de 2009

Troféu Taverneiro do milênio

PAREM AS MÁQUINAS!!!!! Fiquei comovido com o esforço do cidadão em comprar MAIS cerveja as 10h da manhã de uma terça-feira!!!!!!!!! Perseverança é tudo!



Worst Shopping Run Ever - Watch more Funny Videos

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Praticidade na guerra noturna

Dimas e Renata se pegavam com uma frequencia semanal havia 3 meses. Um "rolo oficial" - no popular - a um passo de um namoro. Mas Dimas era um general da guerra noturna. Não queria se envolver com ninguém. Era jovem. Tinha acabado de sair da faculdade de Direito. Numa noite, por acaso, encontrou Renata no Café Cancun, já descrito aqui como um dos principais fronts da guerra brasiliense. Educamente, o rapaz cumprimentou a moça, bateu um papo descontraído, sorriram, dançaram umas duas músicas juntos e.... bastou. Dimas se tocou de que já estava naquela fase de "saco cheio" da mulher e não quis ficar (DE NOVO) com ela. Afinal, ninguém vai para o CAFÉ CANCUN para "namorar". A regra no ambiente é clara e universal: atirar para todos os lados e sair de lá com uma figurinha inédita. "Renata, vou buscar um drink e procurar a rapaziada. Até mais...". Dimas não voltou. Deu umas três voltas na pista de dança, com cara de paisagem, só viu monstras, mukissas e coroas desesperadas por um garotão, e decidiu pagar sua conta de dois uísques, duas caipiroskas e uma cerveja. Foi embora à francesa.

O que Dimas não esperava é que Renata estava observando todos os seus passos dentro do Café Cancun. Ela, então, pede a Luciana, sua melhor amiga e também prima de Dimas, para seguir o espertinho. "Mas Rê... seguir até onde? Você está desconfiada que ele vai encontrar alguma periguete?". Mulher tem essa peculiaridade de achar que um cara não pode simplesmente querer ir embora pra casa porque está de saco cheio. A primeira opção sempre é: "vai comer alguém". No caso, Dimas se encaixava nessa possibilidade...

O garotão entrou no seu carro sozinho e pegou a avenida W3 Norte. Como mora no Lago Norte, haveria de passar na altura da 315, tradicional reduto de "moças virgens" da cidade. "Ué.... mas por que não? Já tô aqui mesmo.... Não são nem 1h da manhã...". E lá se foi Dimas, cheio da vontade de uma festinha particular animada. Parou ao lado de Veruska, uma loira siliconada com barriguinha de fora, e puxou papo. Conversa vai, conversa vem, o garotão ficou animado e queria mais. "E aquela sua amiga ali? Não topa vir com a gente?", perguntou o jovem, referindo-se a uma colega de trabalho de Veruska. "Aquela ali é a Sheila. Ela está grávida de 5 meses, mas ainda fode que é uma loucura". Dimas não quis nem saber da barriga deveras saliente de Sheila. Queria uma festa animada e diferente. As duas então entraram no seu carro. Quando Luciana viu o primo arrancando com duas garotas de programa - sendo uma grávida - ela abriu a porta do seu carro e vomitou todo o chili que comera no Cancun.

Dia seguinte tem um grande churrasco na casa de Dimas. Luciana tinha dormido no quarto de hóspedes e se levanta para ajudar a tia a preparar a comida. Alguns minutos depois, Dimas, só de samba canção, numa ressaca dos diabos, se levanta e vai até a cozinha beber água. Passa por Luciana e nem "bom dia" fala, tamanha a ressaca. Eis que a prima resolve quebrar o silêncio. "Porra! Anda pegando puta agora é?". Dimas, sem paciência para lição de moral, foi direto. "É mais barato...". E deu as costas, deixando Luciana com a famosa "cara de cú". Depois, numa roda de amigos, detalhou os custos que tem de arcar quando está de rolo com alguém e os custos e facilidades de se divertir com uma garota paga.

Sem aceitar aquela situação, Luciana foi tirar satisfação com os amigos presentes no churrasco. "Vejam só se pode uma coisa dessas. O Dimas, um menino bonito como esse, comendo puta!", dizia Luciana a todos em sua volta. Não satisfeita, vira para o Andinho, seu irmão e mehor amigo de Dimas, e pergunta o mesmo. "Andinho, você também come puta?". Sem a menor cerimônia e vergonha na cara, Andinho responde: "Mas isso é óbvio!!! Por que não? É mais barato". Decidida a não querer mais verdades, ela pegou suas coisas e foi embora para a casa da amiga Renata. Contou tudo, sem tirar nem por uma única palavra. As duas se abraçaram, choraram e Renata decidiu nunca mais querer saber de Dimas e nem de seus amigos comedores-de-putas.

Anos depois, Victor, um dos amigos comedores-de-putas, conta a história na mesa de bar aos seus convivas. Um deles questiona espantado. "Mas porra! O cara comeu as duas putas sozinho e uma delas estava grávida??!?!". Como se a informação estivesse incompleta, Victor resume: "Exatamente. Mas ele me jurou que não acertou o bebê". Em seguida, com olhar de lamentação e tristeza profunda, o jovem termina. "O Dimas ERA um cara muito bom. Que Deus o tenha...". Um desavisado, que conheceu o herói dessa história em outros tempos, ficou chocado com a declaração. "Como assim?!?!?! O cara morreu?!?!?", perguntou espantado. Mas Victor esclareceu de imediato. "Não... só casou...".

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

PAREI DE BEBER...


... muito. De hoje em diante, só uma latinha de Heineken por dia. A primeira já comprei e está a caminho da minha casa.


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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

TAVERNEIRO DO MÊS

DEU NO "THE GUARDIAN"
JOVEM FOGE DE HOSPITAL PARA BEBER CERVEJA

Um adolescente em tratamento por insuficiência no fígado na Irlanda do Norte saiu do hospital e foi para o bar do outro lado da rua beber, informaram autoridades na terça-feira (25). Os problemas hepáticos de Gareth Anderson, de 19 anos, começaram exatamente por causa de álcool. Segundo as regras do Seviço Público de Saúde do Reino Unido, Gareth precisa ficar SEIS MESES SEM BEBER antes de poder receber um transplante de fígado. Na última sexta (21), o adolescente foi transferido para o King's College Hospital, em Londres, e os médicos afirmaram que ele pode ter menos de duas semanas de vida.

Na semana passada, Gareth entrou no pub Old Moat Inn, do outro lado da rua do Hospital Ulster, na cidade de Dundonald, perto de Belfast, capital da Irlanda do Norte, usando os chinelos do hospital, segurando uma agulha pingando em uma das mãos, e pediu um pint (caneca de 568 ml de cerveja). Os funcionários do bar recusaram o pedido do garoto e lhe deram uma Coca-Cola.

"Eu não sei no que ele estava pensando", disse o pai de Gareth, Brian Anderson. "Ele me disse que também não sabe". "Acho que ele precisa de ajuda mental - trata-se de alcoolismo, mas há problemas mentais aqui também", disse Anderson à rádio BBC. Gareth sofreu insuficiência hepática aguda no início de agosto, depois de beber 30 latas de cerveja em uma festa no fim de semana. E o pai ainda pondera: "Ele pode muito bem ter bebido mais do que me disse".


Nota do Taverneiro: Beber 30 latas numa festa é fácil. Conheço 3 caras que tomaram 96 latinhas das 14h às 4h da manhã, mais algumas garrafas de 600 ml. Acordaram as 9h e voltaram a beber. Até hoje não foram internados por conta disso.... ainda....

domingo, 9 de agosto de 2009

Frases de bar


"Se lavar as mãos com álcool já evita a gripe suína, imagine beber então..."

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

De volta à labuta...

Cena comum nos meus últimos dez dias de recesso...


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terça-feira, 14 de julho de 2009

Trepadas esquecíveis

Juarez era apenas um menino-garoto. Um jovem estagiário num importante órgão do governo federal, onde a média de idade dos colegas de trabalho era de 33 anos. Ele tinha apenas 19. Já Wágner não era tão menino assim na idade, mas pensava e agia como um. Eles não se conheciam. Tampouco frequentavam o mesmo ambiente. Mas ambos passaram por um mesmo episódio traumático em suas vidas: encheram a cara, saíram com uma bela garota, transaram e a noite acabou em tragédia. Uma noite que mudou suas vidas para sempre.

Wágner namorava Penélope, uma loira de pernas bem torneadas, bunda redonda, barriguinha dura e cintura fina. Peitos apontando para o Norte e um belo rosto. No popular, era uma gostosa. Mas não valia nada. O casal estava junto havia uns dois, três meses. Como é comum em início de qualquer namoro, os dois faziam sexo enlouquecidamente todas as noites. Em casa, no motel, na balada, no carro e, claro, na Praça dos Três Poderes - um grande motel a céu aberto. Foi lá, no centro do poder do Planalto Central que o apaixonado Wágner passou pela noite mais traumática de sua vida que mal tinha chegado aos 32 anos. Naquela noite, ele havia levado Penélope para o Vinheiro São Vicente. Beberam o melhor vinho chileno e comeram fondue. Já animados, pegaram o carro e foram parar de frente para o Palácio do Planalto. Foi lá que a putaria começou. Mão e língua no peito, bunda, e onde mais podia, mordida aqui, outra ali, arranhões nas costas, gemidos, urros... uma loucura.

Na segunda trepada Wágner decidiu ir à forra. "Agora vai ser a melhor transa da sua vida, amorzinho", prometeu o dublê de garanhão. A loira gostosa virou de costas, olhou pra trás com cara de safada e só disse uma palavra. "Vem". Enquanto Wágner estava lá arrepiando, mandando ver como nunca havia antes, a loira só gemia e pedia mais e mais. "Vai, vai, vai, não para, vai amor, vai amor...". No início era assim. No meio passou a ser assim: "Vai porra! Mete! Mete! Mete!". No final, já quase explodindo de prazer, passou a ser assim: "Vai seu merda! Me come direito, porra! Falei pra você me comer direito! É por isso que eu dou pra outro...". Silêncio no carro... Wágner, que apertava com toda a força a bunda de sua gata, se afastou bruscamente e levantou as mãos. Ficou catatônico durante uns 30 segundos, até que conseguiu falar alguma coisa. "Não... aí não... Não tá bom não. Que porra é essa?". Penélope, com a cara no chão, não sabia muito o que dizer. "Desculpe benzinho. Escapuliu... Acho que estou bêbada... Ai que vergonha". Acabou o clima. Já vestidos e de cara fechada, conversaram durante longos minutos. Penélope confessou que tinha um caso recente com Natan, um argentino da faculdade. Wágner passou duas semanas sem comer e dormir direito. E, desde então, nunca mais deu vinho a mulher nenhuma.

Na mesma linha seguiu Juarez. O jovem iniciado havia pouco na vida sexual conheceu Rose, uma bela coroa de 43 anos. Tinha idade pra ser mãe do menino. Mas era "a" coroa. Quem viu, comparou a tiazona com a Xuxa. Totalmente enxuta. No trabalho, para os caras mais velhos, Juarez adorava contar vantagem. "Negada, tô saindo com uma coroa que é uma loucura. Ali sim é mulher de verdade". Os dias foram se passando e o relacionamento entre Juarez e Rose foi ficando cada vez mais quente. "Gatinho, hoje vou colocar minha melhor lingerie e comprar o melhor espumante para nós termos uma noite inesquecível. Hoje vou te ensinar várias coisas...", disse Rose ao telefone para Juarez, ainda no trabalho. O menino-garoto sacou seu vale-transporte do bolso e pegou o ônibus na Esplanada dos Ministérios. Pouco mais de 30 minutos depois, o taradão já estava no apartamento da gata, na Asa Norte. Quando abriu a porta, já se deparou com algo que ainda era novidade para ele. Luz de velas, música ambiente, taças e vinho à mesa. Para quem estava acostumado a pegar periguetes nos Chicletes com Banana e Asas de Águia da vida e beber Hi-Fi no estacionamento do Pão de Açúcar antes da balada, aquilo ali era cena de filme.

Rose serviu o jantar e a bebida. Não demorou muito e ela já acariciava as pernas do menino. Das pernas passou pra outra coisa. Em questão de segundos, os dois já estavam no chão se atracando. Foi então que a coroa resolveu apimentar a relação pedindo algo estranho aos ouvidos de Juarez até então. "Me xinga!". Juarez tinha um vasto repertório para utilizar ali, naquele momento de sexo alucinante. Podia chamá-la de cachorra, vagabunda, safada, quiçá de putinha! Mas não... ele escolheu os únicos adjetivos que não se devem utilizar para uma mulher com mais de 40 anos. "Sua VELHA ESCROTAAAAA!!!!". Terminava ali uma precoce história de amor entre um menino e uma coroa. Rose não queria mais saber daquele moleque. "Mas ela pediu para eu xingar! Achava que podia falar qualquer coisa", explicou o espertão aos colegas de trabalho. E Juarez teve que pegar suas roupas e sair pela porta sem olhar para trás. Nunca mais viu Rose. Nunca mais achou mulher igual. E nunca mais ousou xingar uma garota na cama.

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

O Taverneiro do SÉCULO

Nordestino de 104 anos não abre mão de dose diária de CACHAÇA com ervas

Aos 104 anos, o nordestino Antônio Eusébio não abre mão de um gole de cachaça antes das refeições, todos os dias. O pernambucano que se mudou para Maringá (PR) na década de 70, tem oito filhos e ainda costuma jogar futebol com o neto de 7 anos.

“As pessoas que falam com ele chegam a não acreditar na idade. Ele não aparenta a idade e tem uma disposição incrível”, diz o filho Wilson Vieira. Seu Antônio nunca usou óculos e não toma remédio. O idoso, que já trabalhou na roça e como vendedor ambulante, não abre mão também do banho diário de água fria. “Pode estar o frio que for, mas minha água é sempre gelada”, diz.

No almoço, marcado religiosamente para as 11h, o cardápio é sempre o mesmo: arroz com carne de frango ou porco. “Ele só gosta de arroz e carne de porco com gordura”, afirma a filha Eva de Paula.
Deu no G1