quinta-feira, 29 de maio de 2008

É hora de rir na geral

Cariocas prevenidos
Vasco e Botafogo pipocaram na disputa por pênaltis porque ficaram com medo de uma final carioca. Um deles correria o seríssimo risco de continuar carregando o peso de ser o eterno vice.

AH! É Edmundooo!
O enxotado Alfredo Sampaio tentou avisar. "O Edmundo nunca treina pênalti e falta. Chega na hora do jogo quer bater". Mas os vascaínos - que não entendem nada de futebol - sempre acreditaram no Animal. Corinthians, Flamengo e Sport, que não têm nada a ver com isso, agradecem à torcida do Vasco.

A hora da verdade
O Vasco mostrou seu verdadeiro valor diante de sua iludida torcida. Depois de atropelar os "poderosos" Itabaiana (BA), Bragantino (SP), Criciúma (SC), Corinthians (AL), bastou o Bacalhau encontrar uma equipe com um poder de fogo mediano para a torcida perceber a "força" do "Gigante" da Colina.

O Vasco é o time da virada
Vira a barca. Vira a história. Vira a cara dos torcedores. Vira derrotado. Vira amarelão. Vira pipoqueiro...

"Aposenta Eurico!"
Desde janeiro o câncer maligno em São Januário afirma com toda a propriedade. "Eu não tenho a menor dúvida de que o Vasco vai ser campeão este ano". Foi assim logo após a derrota para o Flamengo na semi-final da Taça Guanabara. Foi assim antes da semi-final da Taça Rio. Foi assim na Copa do Brasil. Qual será a próxima previsão do profeta da Colina? Há quem diga que ele tem mais uma certeza: "O Vasco não será rebaixado no Brasileirão".

Problema de vista
O Vasco perdeu uma decisão para o rubro-negro do Recife porque achou que estava disputando a vaga com um certo rubro-negro carioca.

Quase hominhos
Jogadores, comissão técnica e diretoria do Botafogo mostraram maturidade logo após a eliminação para o "Curinthians". No campo, vestiário e arquibancadas, não houve chororô ou ceninha.

De novo quase
Quase finalista da Copa do Brasil em 2007. Quase favorito na Sul-Americana em 2007. Quase campeão carioca em 2007 e 2008. Quase finalista na Copa do Brasil 2008. A meta do Fogão agora é ser quase rebaixado no Brasileirão.

Trocadilho infame
Deixa o Cu-caí. Caiu...

Tropa de Elite

"Vasco e Botafogo nunca serão porra nenhuma no futebol"

(Capitão Nascimento minutos antes dos jogos decisivos desta quarta-feira)

terça-feira, 27 de maio de 2008

Frase do mês

"Porra! Foi massa!!! Achei que só iam malas e piriguetes, mas tinham altos playboys..."

De um certo mestre das atitudes corretas e escultor de frases de efeito sobre uma festa movida a som automotivo na tão tão distante Formosa-GO. Entrada? "Míseros" R$ 35,00.


Questão 1: O fato de contar com playboys torna a festa boa?
Questão 2: Ele está solteiro ou foi só uma demonstração grátis de suas atitudes corretas?
Questão 3: Quantos chevettes e fusquinhas com os porta-malas abertos "bombavam" clássicos dos anos 2000, como "Créu" e "Boladona"?
Questão 4: Há necessidade?
Questão 5: Sem mais para o momento...

quarta-feira, 21 de maio de 2008

System of Vila - Chop Suey

Para quem conhece a empolgante System of a Down essa edição ficou do caralho! Quem não conhece, ficou do caralho do mesmo jeito. Já sabíamos que o Seu Madruga sempre foi grunge, mas a molecada da Vila do Chaves ser do rock é inédito.




Um etílico agradecimento à contribuição do senhor Guilherme Queiroz

Sem mais para o momento...

terça-feira, 13 de maio de 2008

Dois perdidos numa noite suja

"Porra! Tu quer saber mesmo?! Eu estava com uma puta paga!"

Como diria o folclórico Galvão Bueno, o cara, ao dizer isso para a namorada, estava "no limite extremo" da paciência - e, claro, da safadeza. Mas para chegar a esse ponto, às 7h de uma bela manhã de sábado, é necessário passar por algumas discussões sobre relacionamentos. Existe uma teoria compartilhada por muita gente que diz ser possível um namoro à distância. Não, não é! Acredite! É óbvio que não pode dar certo. Apenas mocinhas criadas no interior ou homens criados pela avó, num apartamento, acreditam nessa possibilidade. É como criança brincar com fogo. Uma hora vai dar merda.

O Souza que o diga. O cara nunca foi muito bom com relacionamentos - ou então ele é bom demais. É do tipo que pula de galho em galho desde que deu seu primeiro beijo na Aninha, a safadinha de 11 anos do bloco F, lá nos idos dos anos 90. Mas em cada galho desses ele ficou, em média, dois anos. Nos "intervalos", quando está entre um galho e outro, apronta suas estripulias. Não perdoa nem as horrorosas bem horrorosas mesmo. Foi numa dessas, depois de uma noitada no peGate´s, que ele foi parar na cama com Paulinha, uma "gata" de 1,50m, 80kg, cabelos pixaim pintados de vermelho, coturno até o joelho, tatuagens por todos os lados, fumava que nem uma caipora, tinha uma saliente pochete, cara de peixe morto... Enfim. No popular, era uma tremenda baranga!!! Segundo o próprio Souza confessou aos amigos, "na hora que ela tirou a roupa subiu um desagradável odor de bacalhau". Que dureza...

Mas isso é outra história. Voltando ao carma do herói da história. Quando o cidadão ainda era apenas um marginal que matava aula jogando fliperama no Polpa´s - reduto de maconheiros viciados em Marvel Vs. Capcom - iniciou com Valéria um duradouro, porém complicado relacionamento. Durou sete longos anos. Não é fácil, de uma hora para outra, colocar um ponto final num caso como esse de "quase-casamento". Convenhamos. Por isso, o Souza resolveu colocar apenas reticências nessa história. Vez ou outra dava uns pegas na gata. E não escondia de ninguém. Isso despertava um compreensivo ciúme nas suas peguetes. Uma dessas vítimas, a Sônia, virou namorada. "Coisa firme", jurava o cara. Mas havia um pequeno empecilho para que desse romance pudesse ser dito "... e eles foram felizes para sempre". Sônia morava em Belo Horizonte. Souza em Brasília. Pouco mais de 700 quilômetros separavam o casal. Chegava a sexta-feira, ele pegava a estrada, passava o fim de semana com seu amor e voltava no domingo. Na outra semana, era a vez dela fazer isso. Os amigos olhavam para aquela situação, conhecendo como o Souza é, e sentenciavam sem pestanejar: "vai dar merda...".

Oito meses depois... deu merda... óbvio! Por não ver o namorado de segunda a sexta, Sônia era implacável. Ela conhecia a história de Souza com Valéria e, por isso, se mordia de ciúmes. Como não podia conferir de perto se o safado estava aprontando, telefonava para ele 356 vezes durante o dia e outras 935 vezes pela noite. "Oi... onde você está? (...) Que barulheira está aí hein! (...) Você está com quem? (...) Que horas vai pra casa? (...) Nem avisa, né? (...) Está fazendo o que?". Sempre fazia essas perguntas clichês. Souza foi ficando cansado da filial da "Abin" na cola dele. Até na hora de cagar, o celular do sujeito tocava. Aí vieram as primeiras brigas, as primeiras DRs, as primeiras verdades e os primeiros "tempos".

Num desses "tempos", Souza saiu para um inocente happy-hour com os amigos do trabalho, mas acabou bebendo dois litros de uísque. De repente, um animador de noite propôs à mesa: "Amigos, vamos para a Starnight????" Para quem não sabe, Starnight é uma badalada "casa de virgens" instalada no centro da capital federal. Todos aceitaram o convite de bate-pronto. Souza, inclusive. Completamente embriagado. No recinto familiar, várias gostosas peladas (e virgens). Do alto das 3h da madrugada, Souza troca olhares com uma das meninas e inicia-se a negociação. Do preço inicial, o cara barganha um desconto de 50%!!!! A conversa vai parar no motel e no rala e rola o celular toca. Souza olha o celular e resolve ignorar a ligação. Segue o rala e rola. Minutos depois, vai tomar banho e deixa a gata - descrita por Souza como "a maior gostosa já vista ao vivo. Coisa de revista!". Enquanto lava o bichão lá no chuveiro, o celular toca novamente. À espera na cama, a gata pega o telemóvel e avisa que há uma ligação pra ele. "Ah, deixa essa porra tocar", gritou o dono da situação lá de dentro do chuveiro.

Mas a casa caiu. A gata, suspeita-se, já havia apertado o "TALK" no celular e não pressionou o "END" em seguida. Quem ligou ficou ouvindo tudo o que estava acontecendo. Souza voltou do chuveiro pronto pra outra e mandou ver de novo. Sem perdão. E o celular lá do lado da cama, com um apocalíptico "chamada em curso" estampado no visor. "Ai, ai, ai, ai, vai Souza... vai... oohhhhh. Ai meu Deus...". O cara arrebentou! Quem estava do outro lado da linha ouvindo tudo era ninguém menos do que... a pobre Sônia... Logo, dá para medir a proporção do estrago na vida de ambos.

O dia chega e com ele a hora da verdade. Souza acorda lentamente, com uma ressaca nível 9 - numa escala que vai de 0 a 10. "Eu não fazia a menor idéia de onde eu estava. Olhei no espelho do teto e vi a mulher mais gostosa que eu já conheci dormindo no meu peito. Por alguns segundos eu jurava que estava sonhando. De repente caiu a ficha... 'Caralho!!!! Preciso ir embora agora!!!'". Souza pagou os serviços da profissional, entrou na sua caranga, largou a moça na rodoviária e rumou para casa com uma ressaca moral nível 10. Não demorou muito para o celular tocar novamente. "Sônia", piscava no visor do aparelho. "Puuuuta que pariu... fo-deu". Segue o diálogo:

Sônia, soluçando de tanto chorar: onde você estava esta noite e com quem? Não minta, por favor...
Souza, querendo dar uma de esperto: ué... no bar, com o pessoal do trabalho.
Sônia, chorando copiosamente: Souza! Eu não sou burra! Fale a verdade! Você estava com ela, né?
Souza, no limite extremo do cinismo: ela quem?
Sônia, já puta com a cara de pau do malandro: Como com quem? Você sabe muito bem de quem estou falando! Aquela vagabunda da Valéria!
Souza, tentando uma última cartada: Tá louca mulher?!
Sônia: Eu ouvi tudo! Tudo!!! Eu quero que você morra!
Souza: Ouviu o que?! Do que você está falando?!
Sônia, a dona da razão: você trepando com a Valéria! Eu ouvi! Você atendeu o celular e não desligou... e eu ouvi tudo!

Nesse momento, Souza teve vários flashbacks: ele trabalhando na profissional do amor e o celular tocando; ele tomando banho e o celular tocando... "Gatinho, telefone pra você... ". Lembrou claramente da cena. "Caralhooo.... foi ali. Foi ali que a idiota melou tudo...".

Mas o safado ainda tentou atenuar: Olha Sônia, não foi bem assim...
Sônia, interrompendo bruscamente: Como não foi assim?!?!?!?! Eu ouvi tudo!!! Eu sabia! Você nunca vai mudar! Ela sempre estará no meio...
Souza tenta acalmá-la: Não é isso Sônia... nem falo mais com ela...
Sônia: você passou a noite com ela seu filho da p...
Souza: não passei!
Sônia: Passou sim!
Souza: Não passei porra!
Sônia: Passou! Seu cínico, cara de pau, cachorro! Eu te odeio!
Souza, no limite extremo, explode: Porra!!!! Tu quer saber mesmo?! Eu estava com uma puta paga!!!!
Silêncio na ligação por longos dez segundos.... e Souza volta a falar: É isso mesmo! Estava com uma puta! Satisfeita agora?????

Sônia passou três dias e três noites chorando. Emagreceu cinco quilos. Não falava nada com ninguém. Apenas chorava. Ligava para Souza e ficava muda, chorando. Quando conseguiu falar, soltou um seco "nunca mais me procure... ". Souza, uma pedra, arrependido de ter magoado a namorada, mas aliviado de certa forma. Hoje, Sônia faz terapia para se curar da queda. Já Souza, continua a se meter em relacionamentos complicados, virou álcoolatra, sem perder a felicidade de viver, mas defende: só filhos de vó acreditam em namoro à distância.

Sem mais para o momento...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O Guerreiro...

... o Herói, o São Jorge, o Gladiador, o Kamikaze, o Barangueiro, o Mukisseiro, o Devorador de Gordas Horroroooosas, o Papa-Catilanga, o Corajoso, o Sem-critérios, o Domador de Dragão... conforme a região geográfica ou grupo de amigos, o termo utilizado para aqueles afeitos a mulheres horrorooooosas pode ter variações infinitas. Qualquer um serve. Certamente todo homem já foi chamado por alguma dessas alcunhas em algum momento da vida. Afinal, quem nunca pegou uma baranga? Eu mesmo já me flagrei - sim, porque estava bêbado demais para perceber - nos braços de uma gorda com três olhos, no meio de uma festa entre amigos. Desnecessário... Dureza demais. Mas o problema é quando o cidadão toma uma overdose de barangas. É uma atrás da outra. Sem o menor pudor. Aí é patológico.

Não precisa demorar muito para alguém identificar no seu círculo de amizades pelo menos um guerreiro desses. O Taverneiro conhece vários. O Eduardo, por exemplo. É do tipo do cara que tem na ponta da língua a resposta para a tradicional pergunta: "que tipo de mulher você gosta?". De bate-pronto ele responderia laconicamente: "Eu gosto de mulher". Ponto. Não interessa se faltam cinco dentes ou se ela - a vítima - tem uma pança obscena. Por mais que os amigos tentem evitar suas investidas nas barangas ele não muda. Ataca. Em seu currículo tem até as chamadas "Cordeiras". Para quem não conhece, "cordeira" é aquela gata que segura as cordas que separam o "folião pipoca" - que brinca nas ruas sem entrar em blocos - do folião de dentro dos blocos. Dizem que 100% delas são impegáveis. Testemunhas confiáveis afirmam que a vítima da vez pesava uns 195 quilos distribuídos em pouco mais de 1,60m. Uma lindeza!

O mesmo Eduardo já se atracou com a musa Vanilce. Uma beldade de 1,75m que deve pesar, como diriam os fazendeiros, pelo menos 8 arrobas. Se ainda tivesse o rosto bonitinho... mas não, é uma horrorosa. A aproximação se dá pelo seguinte galanteio: "O que você faz pra ficar tão bonita assim?". Não acreditei. Eu me senti na obrigação de me lançar em uma quase-missão diplomática da ONU para evitar o desastre. Mas o Guerreiro estava irredutível. "Moleque, eu vou pra dentro dela. Está me dando o maior mole", batia no peito para dizer isso, jurando que estava arrebentando. Saiu de mãos dadas e tudo mais. Arrematada a gorda, Eduardo segue sua vida. Mas dia desses, alguns meses após o confronto com a "gata", Eduardo e seus amigos reencontram a beldade num bar. O cara ficou abalado. Só ali percebera o quanto tinha "mandado bem". A mulher ocupava duas cadeiras de tão grande que era. Ficou três dias sem conversar direito. Em estado de choque. Recuperou-se e voltou ao seu "Eu" verdadeiro, em busca das catilangas.

Mas Eduardo nunca esteve sozinho nessa guerra pelas horrorosas. Seu amigo Johnny também é bom nessa arte. Ele adora uma baranga de cara amassada, que sorri com a língua entre os dentes e os olhos fechados (imaginou a cena desagradável?). O pior é que ele sempre teima de que a mina é uma "gata". Na hora que os amigos vão avaliar, todo mundo sai correndo. O outro soldado desse exército é Bueno. Ele gosta de dizer que "nasceu para transar". Mas, às vezes, para dar sentido ao seu lema de vida, o cara se submete às piores criações de Deus. Num episódio emblemático, ele, que já havia tomado 12 latinhas de cerveja, percebeu uma gorda sozinha num canto de uma festa e partiu para o ataque. "Opa! Olha só quem está por aqui". A monstra olhou desconfiada e não respondeu nada. "Ué! Não está me reconhecendo?". Ela observou Bueno de cima a baixo e insistiu. "Não me lembro de você mesmo...". O cara foi rápido no gatilho: "Eu também não. Mas a gente pode resolver isso agora. Vem cá gata". Puxou a mukissa para o canto e tascou-lhe um beijão. Inacreditável... Tanto quanto o episódio em que ele ficou duas horas alugando uma monstra que relutava em ceder. O cabelo da mulher parecia uma samambaia. O cara pegou... Agora, imaginem esses três guerreiros num A+.com. Juntos. Há necessidade?


Sem mais para o momento...

segunda-feira, 5 de maio de 2008

E viva o rei!




Alguém ousa dizer que ele não é melhor que Eto´o?

Sem mais para o momento...