quarta-feira, 23 de julho de 2008

Extreme makeover - as voltas que o mundo dá

"Senhor, pelo amor de Deus! Eu preciso usar o banheiro. Agora!", suplicava a um guarda o pobre Cameron, com o estômago embrulhado pela assustadora quantidade de cachaça que bebera na noite anterior. "Banheiro só lá em cima, meu amigo", respondeu o guarda da estação central do metrô de Brasília, com uma empáfia típica de sujeitos que se acham acima da lei. "Não vai dar tempo. Eu preciso usar esse banheiro aí atrás de você. Agora! Tenha piedade!", insistia Cameron, já em posição de "interrogação", com um casaco imundo, embolado entre suas mãos, e tomado pelo desespero. "Desculpe amigo. Não posso fazer nada. Esse é só para funcionários do metrô". Pobre guarda... Mal sabia que aquilo lhe custaria caro. Muito caro.

DOS LIVROS À LARICA
Mas antes de conhecer o desfecho dessa trágica aventura, cabe ilustrar as viradas na vida de Cameron. Sua história pode ser dividida entre antes e depois da Herbalife. Antes: o maior nerds da região. Do tipo que sentia tesão em estudar como se dava a "eristoblastose fetal". Ou ainda, daqueles que ficavam putos quando não atingia a nota máxima numa prova. "Mas que droga. Só seis notas CEM de doze possíveis...". Passou de primeira no vestibular da UnB, no curso mais concorrido na época: engenharia mecatrônica.

Mas eis que algo acontece em sua vida. Cameron sofre um tipo de lesão no cérebro, que parece ter sido a causa de uma brusca mudança de comportamento e personalidade. Passou dias numa cama de hospital, ligado a eletrodos e monitorado por máquinas. Nunca descobriram o que de fato ocorrera. Mas algumas coisas eram certas após ter recebido alta: já não estudava como antes; já não se interessava pelas mesmas coisas; o estereótipo de nerds foi ficando pra trás, pouco a pouco; largou a faculdade; enfim, chutou o balde com força. O pior: mergulhou de cabeça na maior furada que um ser humano pode entrar. A Herbalife. Inocentemente, acreditou que poderia ganhar rios de dinheiro com aquilo. Tentou inclusive "arrebanhar" seus amigos para esse negócio escuso. Só um deles, o Souza, chegou a se iludir, mas, felizmente, pulou do barco antes que ele afundasse.

FAROESTE CABOCLO EM FORTALEZA
O auge da sua mudança de comportamento e estilo de vida foi ter largado a faculdade de vez e pegar a estrada para Fortaleza (CE), onde teria ido, a princípio, para morar com seu papai. Mas não foi só isso que aconteceu. No topo da pirâmide da Herbalife, já tinha um sem número de trouxas sob sua orientação, vendendo e comprando aquelas fórmulas supostamente mágicas, que fazem emagrecer 300 quilos em uma semana. Empolgado, montou até uma "empresa" de consultoria (!!!), batizada curiosamente de "Encontro com o destino". Promovia palestras, workshops e dava consultoria a empresas e pessoas interessadas no ramo de negócios!!!! E cobrava caro por isso!

A página principal de seu website estampava uma foto do sujeito, que dava a pinta de ser um cara sério: "Cameron, formado nisso, nisso e naquilo. Já trabalhou com fulano, ciclano e beltrano...". Mas o melhor era: "já leu mais de 100 livros na área", quando, na verdade, só havia lido O Senhor dos Anéis, O Hobbit, Harry Potter e otras cosas que só nerds lêem. Mas o negócio "promissor" de Cameron passou a ser visto com desconfiança por toda a sociedade. "Clientes" mais espertos passaram a ventilar a idéia de charlatanismo e denunciaram às autoridades aquele negócio escuso. Cameron quase foi preso por falsidade ideológica. Foi obrigado a devolver o dinheiro das palestras, arrumar as malas e voltar para essa Brasíla-véa-sem-lei. Ele já não era mais aquele nerds fã de eristoblastose fetal. Era quase um estelionatário.

UM ESTRANHO NO NINHO
De volta ao cerrado, Cameron toma porre atrás do outro. Seus amigos de segundo grau não acreditam no que presenciam. O cara passou a ser um bebedor e fumador de coisas legais quase que profissional - claro, sempre acompanhado de seus parceiros Souza e Zappa. Num desses episódios de chutar o balde com força, ele, um ex-estudante de engenharia, consegue furar o esquema de segurança do Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação (Enecom), que só permitia o ingresso de credenciados. Dois de seus amigos, estudantes legítimos de Comunicação e devidamente credenciados, bebiam tranqüilamente suas cervejinhas no campus da Universidade Católica, em Taguatinga (DF), quando avistam Cameron, completamente embriagado, correndo e gritando no meio da multidão. "Amigos!!!!! Eu encontrei vocês!!!! Unbelievableeeeeeeee..." - aliás, "unbelievable" ("inacreditável", em português) era sua palavra favorita naqueles dias. Deve ter repetido isso pelo menos umas 579 vezes em dois dias.

Fedendo a macaco morto a bofete, ele abraça os amigos e começa a gritar. "Eu sou a Denise!!! Olhem!!! Eu sou a Denise!!! Estudante de jornalismo da PUC-MG". Era o nome estampado na credencial que ele carregava no pescoço. Denise era uma amiga gorda, lá de Minas, que ele jura não ter dado uns amassos. Os caras fingem achar aquilo tudo normal e começam a beber com o "ex-nerds".

STRIKE ATRÁS DE STRIKE
Após algumas latas de cerveja e cigarros que abrem a mente das pessoas, Cameron senta numa roda de amigos. Uma das meninas da roda curtia o show da noite, de pé, de costas para aquele marginal embriagado e fedorento. Sem a menor cerimônia, jurando que estava arrebentando, ele aperta a bunda da pobre garota e levanta, com uma vontade nunca vista nem mesmo em filmes pornôs. "Tapeeeeeeefe". Foi automático o tapa na cara. Com o dedo em riste, a garota - até então grande amiga dele - destila empropérios para Cameron, que só ria, na maior cara de pau. Teve que ser retirado pelos dois amigos que o encontrara no início da noite e levado para os aposentos de sua amiga gorda de Minas - na verdade, as salas de aula da universidade foram transformadas em quartos, tomados por colchões no chão. Todo mundo misturado. Alguns bêbados não estavam nem aí e mandavam ver na mulherada ali mesmo, no meio de todo mundo. Uma putaria. Foi nessa selva que os caras largaram o pudim de cachaça por lá e voltaram para o show.

DAY AFTER
Por volta das 5h da madrugada, os camaradas que retiraram Cameron do recinto decidem ir embora. No quarto onde seus colchonetes estavam, também estava hospedado uma turma de São Paulo, outra do Rio, uma de Goiânia e a maioria de Brasília. Quando o sol já dava suas caras, surgem os primeiros comentários. "Puta, meu! Olha só quem tá aqui. O cara mais chato do Enecom, manô! A maior zica aí", reclamava uma paulista, se referindo a ninguém menos que Cameron. "Qualé! Eu estou aqui, deitado no chão puro, entre meus amigos e esse negão viado de São Paulo. Não tô incomodando ninguém...", rebatia Cameron. "Mas... se você quiser eu posso dormir aí no seu colchão, porque esse negão aqui é um viadaço... ", completou o bebum, no limite extremo da inconveniência. Seus amigos fingiram que não ouviram e voltaram a dormir.

LOST
Seis horas depois, os caras acordam. "Você viu o Cameron por aí? O espertão veio parar aqui. De manhãzinha estava xaropando com as paulistas e o 'amigo' delas". Cameron havia sumido. Sem deixar pistas. Nem as paulistas, nem a amiga gorda de Minas tinha notícias dele. O celular não atendia. Em casa, ninguém sabia dele há dois dias. Nem mesmo a mãe, a ex-namorada-eterna-ficante, ou os demais amigos. O dia foi passando. Os dois caras foram ficando cada vez mais preocupados. A mãe do Cameron ligou para eles umas 300 vezes para saber se já tinham notícias do paradeiro do bebum. E nada. Foram saber do cidadão sete dias depois.

ENQÜANTO ISSO...
... não muito longe dali, Cameron tentava heróicamente chegar em casa. Segundo o próprio relatou sete dias depois, ele fora expulso do quarto pelas paulistas e o tal "negão viado". Tropeçando a cada cinco metros, teve a brilhante idéia de ir pra casa. Sozinho. Saiu do campus da Católica, por volta das 9h, foi andando até a estação de metrô de Taguatinga - que devia estar a uns 4 quilômetros dali e significa uma eternidade para um bêbado. Quando conseguiu entrar no trem (quase 3 horas depois), começou o primeiro drama. O vagão estava lotado, sem lugar para sentar. Foi balançando de Taguatinga até a região central de Brasília - uma meia hora de viagem. Só podia dar merda. Nos primeiros cinco minutos, engoliu o próprio vômito umas três vezes. Olhou para um lado, olhou para o outro... foi batendo o desespero. Na quarta regorgitada, não suportou a pressão. Embolou o casaco na mão, tentando fazer dele um saco, e despejou tudo na sua jaqueta, sem deixar cair uma gota daquele líquido cheiroso no chão. A cena se repetiu outras três vezes. E nada da estação central chegar.

A VINGANÇA DOS (ex?) NERDS
Ao desembarcar em seu destino final, saiu correndo em busca de um banheiro para poder vomitar o resto e se lavar. Estava o próprio retrato da desgraça. Procurou ajuda a um guarda. "Senhor, pelo amor de Deus! Eu preciso usar o banheiro. Agora!", suplicou o "boquinha de cemitério". "Desculpe amigo. Não posso fazer nada. Esse é só para funcionários do metrô". Emputecido com a má vontade e a intransigência daquele babaca fardado, Cameron deu as costas, subiu a escada rolante que ficava logo ao lado do guarda. Lá de cima, olhou sorrateiramente para os lados e para o guarda, lá embaixo, decidido a dar uma lição naquele malcriado. Sem cerimônias, estendeu os braços no vão e balançou o casaco, despejando na cabeça do guardinha um misto de lavagem, feijão mastigado, carne, cachaça, cerveja, "matinhos tragáveis" e bílis. Saiu correndo, perseguido pelo guarda. A vontade de vomitar passou e até a embriaguez. Conseguiu despitá-lo e seguiu seu rumo.

Cameron saiu perambulando pelas ruas até a ressaca passar e pensou na vida que tivera até ali: de nerds bitolado a arruaceiro cachaceiro, passando por um quase-estelionatário. Hoje, não é o mesmo bêbado mirim, que toma tapa na cara de uma amiga ou incomoda turistas, a ponto de ser expulso de um recinto. Ainda adora fazer uso de substâncias que expandem a mente e facilitam discussões sobre temas que atormentam a sociedade. Tampouco é o mesmo nerds. Aliás, chama pra porrada quem ousar chamá-lo assim, ainda que carregue no porta-luvas do seu Escort XR3 conversível, um áudio book do Harry Potter...

Sem mais para o momento

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Ainda sobre a lei da "Tolerância zero"

Um cara desses não tinha que pagar multa de R$ 957, perder a carteira e ser preso. Deveria ser mandado direto para a cadeira elétrica! No entanto, se eu tomar 4 latas de Skol ganho a mesma punição que ele. Humildemente...




Sem mais para o momento...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

FRASE DA SEMANA


"Pô... é muito estranho sair e ficar sóbrio"
(De um certo bêbado inveterado, há dez dias sem beber e dirigir, completamente deprimido com a lei da "tolerância zero")



quinta-feira, 10 de julho de 2008

Tapa na cara - Parte I

Pra quê beber e sair dirigindo se você pode beber em casa e "brincar" de "Tapa na cara" com seus amigos?




A "brincadeira" saudável acontece em todos os cantos do mundo. Segunda-feira (14/07), a versão candanga e beirútica de Tapa na Cara. Estrelando: Gordo Lyw e Big Twenty

Sem mais para o momento

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Debate da semana

"Não dou uma semana para os NERDS do DFTV (Globo) fazerem uma matéria mais ou menos assim: 'Bêbados se solidarizam para driblar as tocaias do Detran avisando via mensagem sobre as blitze"


De um apreciador da cerveja para outro mais apreciador ainda na sexta-feira, dia 04 de julho, preocupado com a possibilidade da recém-criada "CORRENTE DO GORÓ" ser coibida. Dito e feito. Cinco dias depois, eis que os NERDS exibem a reportagem a seguir:


Detran quer acabar com a nova corrente do goró
Departamento de Trânsito vai mudar a estratégia de fiscalização para flagrar motoristas alcoolizados. Mensagens com os locais exatos das blitze começaram a ser enviadas pelo celular.

A mensagem foi enviada por um amigo, no último fim de semana. Antes de sair de casa, o corretor de seguros Marcus Soares já sabia os locais de fiscalização do Detran. Ele repassou a mensagem para outras 20 pessoas. Essa foi a maneira que Marcus e os amigos encontraram para burlar o rigor da nova lei. “Eu acho um pouco rigorosa, no limite. Uma pessoa que bebeu um, dois ou três copos de cerveja não vai necessariamente ficar embriagada. Mas a lei é importantíssima, sim”, admite.

Nem mesmo a rapidez da tecnologia vai conseguir evitar que motoristas alcoolizados sejam punidos. O Detran já tem estratégias para driblar a chamada “corrente do goró”. Além de realizar blitze de surpresa, em qualquer dia e horário da semana agentes do Departamento de Trânsito fazem rondas em viaturas disfarçadas e ainda mudam o local das fiscalizações.

Nessa terça-feira à noite, por exemplo, em apenas 20 minutos os agentes deixaram a via em frente ao Autódromo de Brasília e montaram nova blitz atrás dos ministérios, onde fizeram mais um flagrante. Duas jovens que estavam num Corsa branco tinham bebido. Resultado: a motorista não passou no teste do bafômetro. “Deu positivo: 0,72 ml de álcool por litro de ar”, confirma o agente de trânsito Cleber Manoel Batista.

O chefe de Fiscalização de Trânsito do Detran-DF, Silvaim Fonseca, explica que a punição da jovem flagrada dirigindo bêbada é mais um exemplo de que não adianta tentar fugir da fiscalização. “Ninguém está proibido de beber. O que não pode é beber e dirigir. Nunca pôde. Então, as pessoas estão mais preocupadas em ser fiscalizadas. Na verdade, há uma inversão de valores. As pessoas têm que se preocupar em dirigir para não matar, para não morrer. Esse é o principal foco”.

Nessa terça-feira (8), o governador José Roberto Arruda criticou a posição dos representantes dos hotéis, bares e restaurantes, de tentar impedir a aplicação da lei seca. Segundo o governador, a lei está trazendo excelentes resultados e a fiscalização no Distrito Federal será cada vez mais dura.

Carolina Sette / Edson Cordeiro


Questão 1:
Os amigos que tomam sua cerveja mantém a corrente do goró para poderem sair por aí matando e morrendo ou para não "rasgarem" R$ 957, perder a carteira e ficar 365 dias sem dirigir?

Questão 2: Será que nem se comunicar com os amigos poderemos mais?

Questão 3: Estaria o Detran a estudar uma maneira do Executivo ingressar com um pedido de quebra de sigilo telefônico para "flagrar" os adeptos da corrente?

Questão 4: Silvain vai apresentar um programa no qual "dribla" a corrente do goró com suas blitze "surpresa". Já tem até um bordão: "Há! Pegadinha do Malandro! Digo... do Silvain!"

Questão 5: Será que com tanto dinheiro em caixa (R$ 957 para cada latinha de cerveja), o Detran finalmente vai aplicar esse dinheiro como ele deveria mesmo ou vai servir para financiar a campanha a distrital de Silvain e Délio Cardoso?

Questão 6: A culpa disso tudo é do Timponi. Joguem-no na fogueira!

Questão final: esses caras de colete amarelo e preto que passam as madrugadas nas ruas não têm mulher e filhos em casa?

Sem mais para o momento

quinta-feira, 3 de julho de 2008

É HORA DE RIR NA GERAL

Comandante bom de papo
"O Fluminense vai ser campeão. Se tiver que fazer três, a gente faz. Se precisar de quatro, a gente faz quatro. Se precisar de cinco, vamos fazer os cinco. O que eu sei é que a gente vai sair do Maracanã campeão. Faremos quantos gols forem necessários".
(do humilde mestre das atitudes corretas, Renato Gaúcho)

Tratante reincidente
Se o Fluminense jogar a Segundona, eu juro que corro pelado pelas ruas do Rio de Janeiro"
(Renato Gaúcho, então jogador do Fluminense, quando o tricolor foi rebaixado pela primeira vez, em 1996. Nunca cumpriu a promessa. Assim como não cumpriu a promessa de vencer a Libertadores...)

Corre cutia ou pique-pega?
"Tirem casquinha enquanto é tempo. Depois do título da Libertadores, nós vamos brincar no Brasileirão"
(Renato Gaúcho, que agora vai comandar um bando nas próximas 30 rodadas do Nacional. Todos com uma lanterninha na mão)

Na hora certa?
"Não estou nada preocupado. Qualquer um gostaria de estar no meu lugar. Perguntem ao Caio Júnior se ele não queria trocar de lugar comigo!"
(Renato Gaúcho, antes da final, comentando "humildemente" sobre a lanterna no Brasileirão e de olho na grama do vizinho, líder do certame. E agora? Será que ele quer trocar de lugar com o Caio Júnior?)

Mordendo a língua
"Sei tudo de futebol (...) Serei o primeiro brasileiro a conquistar a Libertadores da América como treinador e jogador"
(De novo ele...)

Campanha melada
Ôôôôôôôôôôô! Eu acredito!!!!!!
(Da iludida torcida pó de arroz)

Toma distraído
"Eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo"
(Do apressadinho blogueiro tricolor Felipe Campbell após o triunfo de Cabañas no Maracanã)

Toma distraído, de novo
"Eu poderia, ainda, aconselhar os amigos flamenguistas a jamais contarem com o ovo no cú da galinha"
(Do conselheiro esportivo Felipe Campbell, sobre o Maracanazo provocado pelo América-MEX)

Mago das palavras
"Boca Juniors, muito prazer. Fluminense".
(De novo ele, o Gaúcho fanfarrão, após vitória sobre os argentinos)

Em tempo
"Renato? Quem é Renato? Mande um abraço pra ele".
(Do hábil presidente da LDU, Rodrigo Paz, após o triunfo sobre os tricolores cariocas)

Desinformação nas Laranjeiras
"Pra que sair se eu jogo no melhor time do mundo?"
(Do distraído craque Thiago Neves, sem perceber que é preciso ser o melhor da América antes de ser o melhor do mundo)

Renato Gaúcho faz escola
"Aquele foi o gol do título"
(Do pupilo Thiago Neves, referindo-se ao segundo gol em Quito. Parece ter aprendido direitinho a ser humilde como seu treinador)

Ironia do destino
"Eles (Guerrón e Bolaños) foram infelizes de terem vestido a camisa do Flamengo, mas tudo bem. Sempre tive muita sorte contra eles (flamenguistas) e espero continuar tendo".

(Fernando Henrique, goleiro do Fluminense, sem esperar que no Maracanã tomaria um gol do flamenguista Bolaños, numa jogada construída pelo flamenguista Guerrón)

Sem mais para o momento...

P.S.: Dedicado aqueles tricolores que comemoraram como se fosse um título a vitória do América do México contra o Flamengo, na Libertadores. Em especial a Renato Mendes, Darse Júnior, Felipe Campbell e Marcos Pinheiro.