terça-feira, 14 de julho de 2009

Trepadas esquecíveis

Juarez era apenas um menino-garoto. Um jovem estagiário num importante órgão do governo federal, onde a média de idade dos colegas de trabalho era de 33 anos. Ele tinha apenas 19. Já Wágner não era tão menino assim na idade, mas pensava e agia como um. Eles não se conheciam. Tampouco frequentavam o mesmo ambiente. Mas ambos passaram por um mesmo episódio traumático em suas vidas: encheram a cara, saíram com uma bela garota, transaram e a noite acabou em tragédia. Uma noite que mudou suas vidas para sempre.

Wágner namorava Penélope, uma loira de pernas bem torneadas, bunda redonda, barriguinha dura e cintura fina. Peitos apontando para o Norte e um belo rosto. No popular, era uma gostosa. Mas não valia nada. O casal estava junto havia uns dois, três meses. Como é comum em início de qualquer namoro, os dois faziam sexo enlouquecidamente todas as noites. Em casa, no motel, na balada, no carro e, claro, na Praça dos Três Poderes - um grande motel a céu aberto. Foi lá, no centro do poder do Planalto Central que o apaixonado Wágner passou pela noite mais traumática de sua vida que mal tinha chegado aos 32 anos. Naquela noite, ele havia levado Penélope para o Vinheiro São Vicente. Beberam o melhor vinho chileno e comeram fondue. Já animados, pegaram o carro e foram parar de frente para o Palácio do Planalto. Foi lá que a putaria começou. Mão e língua no peito, bunda, e onde mais podia, mordida aqui, outra ali, arranhões nas costas, gemidos, urros... uma loucura.

Na segunda trepada Wágner decidiu ir à forra. "Agora vai ser a melhor transa da sua vida, amorzinho", prometeu o dublê de garanhão. A loira gostosa virou de costas, olhou pra trás com cara de safada e só disse uma palavra. "Vem". Enquanto Wágner estava lá arrepiando, mandando ver como nunca havia antes, a loira só gemia e pedia mais e mais. "Vai, vai, vai, não para, vai amor, vai amor...". No início era assim. No meio passou a ser assim: "Vai porra! Mete! Mete! Mete!". No final, já quase explodindo de prazer, passou a ser assim: "Vai seu merda! Me come direito, porra! Falei pra você me comer direito! É por isso que eu dou pra outro...". Silêncio no carro... Wágner, que apertava com toda a força a bunda de sua gata, se afastou bruscamente e levantou as mãos. Ficou catatônico durante uns 30 segundos, até que conseguiu falar alguma coisa. "Não... aí não... Não tá bom não. Que porra é essa?". Penélope, com a cara no chão, não sabia muito o que dizer. "Desculpe benzinho. Escapuliu... Acho que estou bêbada... Ai que vergonha". Acabou o clima. Já vestidos e de cara fechada, conversaram durante longos minutos. Penélope confessou que tinha um caso recente com Natan, um argentino da faculdade. Wágner passou duas semanas sem comer e dormir direito. E, desde então, nunca mais deu vinho a mulher nenhuma.

Na mesma linha seguiu Juarez. O jovem iniciado havia pouco na vida sexual conheceu Rose, uma bela coroa de 43 anos. Tinha idade pra ser mãe do menino. Mas era "a" coroa. Quem viu, comparou a tiazona com a Xuxa. Totalmente enxuta. No trabalho, para os caras mais velhos, Juarez adorava contar vantagem. "Negada, tô saindo com uma coroa que é uma loucura. Ali sim é mulher de verdade". Os dias foram se passando e o relacionamento entre Juarez e Rose foi ficando cada vez mais quente. "Gatinho, hoje vou colocar minha melhor lingerie e comprar o melhor espumante para nós termos uma noite inesquecível. Hoje vou te ensinar várias coisas...", disse Rose ao telefone para Juarez, ainda no trabalho. O menino-garoto sacou seu vale-transporte do bolso e pegou o ônibus na Esplanada dos Ministérios. Pouco mais de 30 minutos depois, o taradão já estava no apartamento da gata, na Asa Norte. Quando abriu a porta, já se deparou com algo que ainda era novidade para ele. Luz de velas, música ambiente, taças e vinho à mesa. Para quem estava acostumado a pegar periguetes nos Chicletes com Banana e Asas de Águia da vida e beber Hi-Fi no estacionamento do Pão de Açúcar antes da balada, aquilo ali era cena de filme.

Rose serviu o jantar e a bebida. Não demorou muito e ela já acariciava as pernas do menino. Das pernas passou pra outra coisa. Em questão de segundos, os dois já estavam no chão se atracando. Foi então que a coroa resolveu apimentar a relação pedindo algo estranho aos ouvidos de Juarez até então. "Me xinga!". Juarez tinha um vasto repertório para utilizar ali, naquele momento de sexo alucinante. Podia chamá-la de cachorra, vagabunda, safada, quiçá de putinha! Mas não... ele escolheu os únicos adjetivos que não se devem utilizar para uma mulher com mais de 40 anos. "Sua VELHA ESCROTAAAAA!!!!". Terminava ali uma precoce história de amor entre um menino e uma coroa. Rose não queria mais saber daquele moleque. "Mas ela pediu para eu xingar! Achava que podia falar qualquer coisa", explicou o espertão aos colegas de trabalho. E Juarez teve que pegar suas roupas e sair pela porta sem olhar para trás. Nunca mais viu Rose. Nunca mais achou mulher igual. E nunca mais ousou xingar uma garota na cama.

Sem mais para o momento

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O Taverneiro do SÉCULO

Nordestino de 104 anos não abre mão de dose diária de CACHAÇA com ervas

Aos 104 anos, o nordestino Antônio Eusébio não abre mão de um gole de cachaça antes das refeições, todos os dias. O pernambucano que se mudou para Maringá (PR) na década de 70, tem oito filhos e ainda costuma jogar futebol com o neto de 7 anos.

“As pessoas que falam com ele chegam a não acreditar na idade. Ele não aparenta a idade e tem uma disposição incrível”, diz o filho Wilson Vieira. Seu Antônio nunca usou óculos e não toma remédio. O idoso, que já trabalhou na roça e como vendedor ambulante, não abre mão também do banho diário de água fria. “Pode estar o frio que for, mas minha água é sempre gelada”, diz.

No almoço, marcado religiosamente para as 11h, o cardápio é sempre o mesmo: arroz com carne de frango ou porco. “Ele só gosta de arroz e carne de porco com gordura”, afirma a filha Eva de Paula.
Deu no G1

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O Taverneiro do mês

Para começar a semana bem...



Sem mais para o momento