"Não interessa o grau alcóolico no qual você está inserido. Nunca, mas nunca pense com a cabeça de baixo, porque ela é egoísta...". Essa foi a lição que Astolfo tirou depois de uma noite de bagaceira solitária num inesquecível Carnaval em Belo Horizonte, onde já mora há dez anos. A tragicomédia começou por volta das 23h, quando, em pleno domingo de Carnaval, deixou a firma onde trabalha sete dias por semana, 12 horas por dia. Cansado e estressado, parou num de seus bares favoritos: A Taverna do Joe, um típico bar pé-sujo de esquina, mas com tratamento vip para os principais frequentadores. E Astolfo era um grande vip na Taverna do Joe. Mas antes de pedir um drink ligou para sua esposa Angélica, com quem já estava casado havia oito anos. "Amor, tô saindo do trabalho agora. Tô estressado pra caralho. Tô puto. Preciso encher a cara. Não espere por mim, tá? Devo chegar tarde"."Habeas-corpus" em mãos, bebeu logo de cara oito garrafas de Original, sozinho no balcão do Joe, enquanto curtia ao fundo o som de Chico Science. Não satisfeito, foi parar em outro bar que figura em seu TOP 3 de botecos: O Madruga´s Drinks. Bebeu outras oito garrafas de Original numa mesa no fundo do bar, cochilou algumas vezes, acordou, bebeu mais, mais e mais. Resumindo: ficou bebadalhalhalhalhaço. Até que... "Estava arrasado, mas entraram umas putas pagas no bar e eu me animei rapidinho. Várias gostosas...várias!". Astolfo, achando que era o dono da situação, aproxima-se das "virgens" e começa a puxar papo, perguntando de onde elas vinham, pra onde elas iam e etc. "A gente estava lá na Devil´s Night Club, ali na outra rua. Está bastante animado lá... se é que você me entende". E lá se foi Astolfo, trôpego, mas todo animadinho. Seria só uma olhadela, nada de chutar o balde.
Cinco minutos de caminhada bastaram para chegar à entrada da Devil´s Night Club. Ingresso? R$ 80,00 só para sorrir. "Garoto! A casa fecha em 20 minutos. Mas você já entrou. Agora se fodeu!", avisou um dos gigantes que vigiava a entrada. Já na entrada, Astolfo foi abordado por duas gostosas, enquanto ao seu redor rolava a maior putaria. "Uma loira do tipo Luciana Vendramini e uma morena à lá Priscila do BBB me ofereceram pó e eu descartei imediatamente. Em 15
minutos elas tomaram dois Red Bulls e duas caipiroskas na minha conta. Eu estava bêbado, sozinho, de pau duro e ao mesmo tempo intimidado...", resumiu Astolfo. Rigorosamente às 4h da madrugada, conforme o gigante da porta havia avisado, as luzes se acendem, a música é interrompida e o gerente informa nos alto-falantes da casa. "Negada, tá na hora de vocês se resolverem. Quem comeu, comeu. Quem não comeu, vai passar 'fome', porque estamos fechando". Nessa hora, o genérico de "Priscila BBB" que bebeu na conta de Astolfo, encosta no ouvido do garotão e intima. "Vou te dar por 25 conto. Mas bora rápido!", disse já se levantando e puxando o bebum, que, rapidamente, fez um cálculo de cabeça e viu que compensava - visto que a média cobrada era de R$ 250 por uma trepadinha. "Eu estava bêbado e queria trepar, né bicho? Aí não pude evitar", justificou o taradão.De pau duro e todo melado, o ingênuo trabalhador chega ao caixa e entrega uma nota de R$ 20 e outra de R$ 5, ansioso pela noite de luxúria. Mas a morena vira a tela do computador e mostra a conta real: R$ 302,19. "Que porra é essa?!?!?! Coloca logo uma arma na minha cabeça e diz que é um assalto, porra! Caralho! Caralho! Estou aqui há apenas 20 minutos e...". Antes que concluísse seu protesto, o gigante da portaria se aproxima e "delicadamente" questiona o porquê da alteração. Astolfo começa a gaguejar e se vê vítima de um grande golpe, no melhor estilo "Ice da Augusta" (não entendeu? então clique aqui). Para amenizar o golpe, a BBB fala baixinho ao ouvido do trouxa. "Escuta aqui. São trezentos paus você me comendo ou não. E aí? Vai querer relaxar ou não vai?". Astolfo, ainda meio cabreiro, acabou cedendo e acompanhou a gata até um dos quartos do puteiro. Durante o caminho, ele viu um grupo de amigos reclamando da mesma forma do preço da night com o segurança; dois moleques, acompanhados de dois tiozões, chupavam os peitos caídos de duas putas gordas; um velhote bêbado - que tinha toda a cara de ser cliente fiel do recinto - jogava sinuca com quatro gostosas só de calcinha. Como dá pra notar, a fauna do ambiente era riquíssima.
Dentro do quarto, Astolfo não parava de pensar na grande merda
que havia se metido. Talvez por isso, ficou mais de dez minutos de pau mole. "Ela dançou pra mim e depois ficou pagando o boquete por mais de dez minutos. E nada de ficar duro. O foda foi quando subiu. Mirei, penetrei e rolou aquela coelhada. Não durou nem 30 segundos e gozei...". Terminada a transa relâmpago, a moça iniciou uma massagem no garotão. Melecou todo seu corpo com cremes de ervas aromáticas, enquanto contava uma cascata sobre uma apresentadora de programas infantis que namora um de seus clientes. O contratante chegou a cochilar por alguns momentos, mas a contratada estava frenética. Bastava Astolfo fechar os olhos e a moça caía de boca. Mas ele caiu na real e percebeu o quão tarde estava e deu um pulo da cama, já vestindo suas calças. "Fiquei fazendo contorcionismo na pia para tirar a porra do creme das costas. E ela lá na cama, peladona, com um sorrisinho safado no canto da boca...".
Assim que conseguiu retirar o grosso da melequeira de creme que ficara em suas costas, Astolfo bateu em retirada pra casa. No meio do caminho, por volta das 5h da madrugada, percebeu que estava todo encharcado, fedendo a sexo, perfume de puta e todo o tipo de desgraça. "Puta merda. Se eu chegar assim, Angélica vai me capar e ainda fazer eu engolir os restos", pensou o jovem. O que fazer numa situação como essa? Não ir pra casa, lógico. E lá se foi Astolfo, de volta para o... Madruga's Drinks!!!! "Entrei e fiquei lá pirando, com o maior peso na consciência. O pior é que somando o tempo que fiquei de pau mole, duro, a coelhada, mole de novo, mais boquetes e a massagem não se passaram nem 15 minutos...", lamentava-se, em desespero, o garanhão. Sentado ali, sozinho, cabisbaixo e pensamentos a mil, Astolfo observa três senhores bebendo e fumando mais do que o Velho do Rio, da novela Pantanal. É quando ele tem a brilhante idéia de sentar na mesa ao lado, para ficar fedendo a tabaco - e não a puta. Pediu até uma cerveja ao Lincoln, o garçom brother do Madruga's. Tomou umas três garrafas até as 6h da manhã. Na última, encheu um copo descartável, pagou a conta e saiu pela porta da frente. "Passei cerveja na camisa e no pescoço pra ficar fedendo a outra coisa", explicou.
que havia se metido. Talvez por isso, ficou mais de dez minutos de pau mole. "Ela dançou pra mim e depois ficou pagando o boquete por mais de dez minutos. E nada de ficar duro. O foda foi quando subiu. Mirei, penetrei e rolou aquela coelhada. Não durou nem 30 segundos e gozei...". Terminada a transa relâmpago, a moça iniciou uma massagem no garotão. Melecou todo seu corpo com cremes de ervas aromáticas, enquanto contava uma cascata sobre uma apresentadora de programas infantis que namora um de seus clientes. O contratante chegou a cochilar por alguns momentos, mas a contratada estava frenética. Bastava Astolfo fechar os olhos e a moça caía de boca. Mas ele caiu na real e percebeu o quão tarde estava e deu um pulo da cama, já vestindo suas calças. "Fiquei fazendo contorcionismo na pia para tirar a porra do creme das costas. E ela lá na cama, peladona, com um sorrisinho safado no canto da boca...".Assim que conseguiu retirar o grosso da melequeira de creme que ficara em suas costas, Astolfo bateu em retirada pra casa. No meio do caminho, por volta das 5h da madrugada, percebeu que estava todo encharcado, fedendo a sexo, perfume de puta e todo o tipo de desgraça. "Puta merda. Se eu chegar assim, Angélica vai me capar e ainda fazer eu engolir os restos", pensou o jovem. O que fazer numa situação como essa? Não ir pra casa, lógico. E lá se foi Astolfo, de volta para o... Madruga's Drinks!!!! "Entrei e fiquei lá pirando, com o maior peso na consciência. O pior é que somando o tempo que fiquei de pau mole, duro, a coelhada, mole de novo, mais boquetes e a massagem não se passaram nem 15 minutos...", lamentava-se, em desespero, o garanhão. Sentado ali, sozinho, cabisbaixo e pensamentos a mil, Astolfo observa três senhores bebendo e fumando mais do que o Velho do Rio, da novela Pantanal. É quando ele tem a brilhante idéia de sentar na mesa ao lado, para ficar fedendo a tabaco - e não a puta. Pediu até uma cerveja ao Lincoln, o garçom brother do Madruga's. Tomou umas três garrafas até as 6h da manhã. Na última, encheu um copo descartável, pagou a conta e saiu pela porta da frente. "Passei cerveja na camisa e no pescoço pra ficar fedendo a outra coisa", explicou.
O jovem chega em casa as 6h26, fedido, sujo, bêbado, com uma Coca-cola numa mão e uma garrafa de água na outra. Quando enfia a mão no bolso procurando suas chaves, percebe que elas não estão mais lá. Provavelmente ficou nos lençois da puta da Devil's. "Minha idéia era chegar e dormir na sala, porque daí eu podia dizer pra Angélica que cheguei e deitei no sofá. Aquele papinho de não querer incomodá-la e tal... nem pela hora, nem pelo meu estado alcóolico". A idéia foi-se por água abaixo. Astolfo teve que ligar para sua esposa para poder entrar. Quando ela abriu a porta, olhou pra ele de cima a baixo por eternos dez segundos e disse uma única e mortífera palavra: "nooooooossa...". Deu as costas, foi dormir e ficou uma semana sem falar com ele. Astolfo não poderia fazer diferente. Foi dormir no sofá. Depois disso, toda vez que o jovem vê algum amigo querendo aprontar, ele aconselha. "Não interessa o grau alcóolico no qual você está inserido. Nunca, mas nunca pense com a cabeça de baixo, porque ela é egoísta... Depois que ela se satisfaz, a cabeça de cima é quem te fode".Sem mais para o momento
7 comentários:
É como diz o poeta: "Nem só de vitórias vivem os grandes campeões!"
Sem mais para o momento...
o que a tropeguidao nao faz. ehehehahehehehHeaheh
eh o que eu digo sempre, imagina a ressaca do camarada, meu amigo!!!!
coelhada, foi foda... ou melhor meia foda!
Se meu marido fizer isso, eu capo.
beijinhos.
Cara, tenho um amigo que já fez isso outro dia. O pior é que bêbado, o cara quando menos percebeu, ja tava comendo uma puta das bem gostosas. Sem nem pensar no que havia gastado.
tem um outro caso de neguinho que foi literalmente assaltado na Espanha, num esquema desses mesmo. Cara, é muito foda escapar. Se você entra, nao consegue sair sem ser literalmente estuprado.
Nao sou o cara com maior discernimento do mundo, mas sempre que bebi pouco, percebo clramente o tanto que eu bebo. E sempre uqe eu bebo muito, percebo claramente o tanto que a cabeça de baixo e o celular na mão são uma mistura explosiva. A ressaca no outro dia dobra: além da física, tem a moral.
Porra... agora tô imaginando o sorrisinho safado no canto da boca da puta boqueteira!!! Realmente, Astolfo tem razão! Perciso parar de pensar com a cabeça de baixo! hauhauaha! Xau!
Taverneiro,
Tenho uma sugestão: Assim como esse espaço é destinado ao amantes da doce cerveja e de outras substâncias alucinógenas, eu sugiro que você coloque na lista de blogs interessantes que aparece na sua página inicial, um outro veículo que fala com maestria sobre outra paixão nossa: o futebol.
Um grande amigo meu, Marcos Paulo Lima, o famoso "Marcão", é o responsável pelo espaço.
O blog "Fala, Torcida!" fica hospedado no site do Jornal de Brasília e traz informações diárias sobre os grandes clubes do país, futebol local, internacional, curiosidades esportivas, etc...
Vale a pena conferir.
Não sei se você vai conseguir colocar o link com o endereço do blog, mas aí vai:
http://www.clicabrasilia.com.br/blog/falatorcida/
Um grande abraço a todos!
Sem mais para o momento...
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