"Caralho! Não acredito que eram vocês os caras que acabaram com a festa!!!". Não sei se digo isso com orgulho ou vergonha, mas digo com a certeza que passei a fazer parte de uma "lenda urbana" que se espalhou como um vírus por essa Brasíla-véa-sem-lei. A frase que introduz o texto foi dita a mim por um amigo, o Alberto Roberto, dois anos depois do episódio que motiva essa história. Detalhe: Alberto Roberto não estava presente ao acontecido. Mas tomou parte da lenda urbana em sua faculdade de Arquitetura. Sabe-se lá como. Vamos aos fatos.
Era junho de 2003. Últimas semanas de vida acadêmica. Bruce é o único convidado para uma festança em uma mansão no Lago Sul promovida pelos formandos de Publicidade do Uni$euB. Mas, gente boa que é, Bruce resolveu chamar mais seis amigos arruaceiros, todos, então, solteiros: Big-Twenty, eu, Testinha, Dr. Bactéria, Jairzinho, Mendes e Frederich*. Pois bem. Como estava em uma outra festa - esta de família - chego ao recinto só por volta de 1h da manhã, completamente sóbrio, enquanto os amigos estavam totalmente embriagados. Festa bacana, cerveja gelada, música boa, várias mulheres bonitas... Dei aquela reconhecida no território e logo conclui: "Hoje me dou bem". Doce ilusão... Pego minha primeira bebida, uma Smirnoff Ice (que não custou R$ 30 como aquele do Demolition, é importante lembrar). Depois uma cerveja e parei por aí.
"Mas porra... um Ice e uma cerveja e parou?" Indagariam os mais próximos. Mas explico: Frederich e Testinha, sagazes como só eles, percebem um trio de garotas solteiras conversando por um longo tempo. Frederich se aproxima de mim e avalia a situação: "Tá rolando um apartheid, hein? Tem sete caras aqui e três mulheres sozinhas ali". De fato, ele tinha razão. Por que os sete cabras estavam perdendo tempo com bobagens? Eis que Testinha vira pra mim e faz a proposta: "Porra cara! Aquela ali está te dando o maior mole. Vai pra cima dela e articula lá com as duas amigas pra gente", sugeriu o amigo Testa. Analisei o quadro e questionei: "Tá, mas quem é pra quem ali?". O taradão foi rápido e enfático: "Qualquer uma tá valendo". Os caras não estavam para brincadeira mesmo.
Balancei a cabeça em sinal positivo para os dois camaradas e avisei: "Beleza. Vou ao banheiro dar aquela urinada. Quando eu voltar, a gente chega chegando. Fechou?". Acontece que nunca mais voltei... Numa típica atitude de bêbado, os outros seis arruaceiros, inclusive Testinha e Frederich, entraram no diminuto banheiro 3m x 3m (que também servia de sauna) empurrando uns aos outros, jurando que aquilo era engraçado. Como era o primeiro da fila, não quis nem saber e fui direto ao vaso, que ficava dentro de um box. Enquanto dava aquela urinada, os outros seis ficavam se acotovelando no canto do banheiro e repetindo felizes da vida: "aêêê... cantinhooooo. Ihiiii", gritavam ao mesmo tempo que esmagavam algum infeliz no canto da parede. Até aí tudo bem... mas a desgraça daquela noite tem início quando percebo Jairzinho, sozinho, morrendo de rir, trancando a porta, tirando a chave e arremessando a nossa liberdade pela janela basculante (que dava para um quintal escuro e cheio de pedras e grama). Sem querer dramatizar a situação, mas parece que vi toda aquela ação em câmera lenta, quadro-a-quadro, com Carmina Burana como trilha sonora, e eu gritando "nãaaaaaooooooooooo....".
O BANHEIRO DO PÂNICO: começaram ali longas três horas e meia de terror, discussões, socos, teorias, inimizades, escândalos, prejuízos, paparazzi, disputa por espaço e oxigênio e etc. Encerrado meu xixi, olho para o Jairzinho com sangue no olhar, como se estivesse perguntando "você não fez isso, fez?". O filho da puta só ria. Nada mais. O pior: tento alertar os outros bêbabos da situação, mas ninguém me dava ouvidos. Continuavam a se esmagar uns aos outros no canto do banheiro. Dez minutos depois, Bruce, num surto de sobriedade convoca: "Tudo bem galera. Acabou a brincadeira. Vamos sair daqui e tomar uma cerveji.... caraaaalho!!!! a porta está trancada mesmo!!! Tudo bem Jairzinho, cadê a chave?". E o puto só ria. Sem falar uma palavra. Desesperados, todos começam a socar a porta, pedindo por socorro.Depois de dez longos minutos de cárcere, as garotas do lado de fora percebem que algo de estranho acontece naquele pequenino mijadouro. A gente explica a situação e o pessoal da festa chama o dono da casa. Ele, com toda a razão, solta essa: "seguinte: a gente vai procurar a chave aqui. Mas se até lá vocês quebrarem alguma coisa aí dentro vocês vão ter que pagar". O tempo vai passando e nada da porra da chave. Do lado de fora, fizeram várias teorias. "Tem um bando de cheiradores lá dentro se drogando"; "deve ser um bando de viado", "eles querem fazer alguém falar alguma verdade"... e por aí vai. Para piorar a situação, Frederich, inconveniente que só ele, desliga a chave da energia de toooooda a casa. A festa parou. O único sóbrio ali, calculei o tamanho da desgraça: "Pronto. Agora a gente vai tomar muita porrada". Mesmo depois que a força voltou, os donos da casa não ligaram mais o som.
Quase uma hora de cárcere, a gente pressiona o Jairzinho (ninguém acreditava que ele havia jogado a chave fora). A rapaziada encosta o mané na parede e faz o interrogatório. Concomitantemente, o traidor tenta desviar o assunto: "o importante é a gente saber como é que a gente vai sair...". Mais uma apertada: "Tu jogou ou não jogou a porra da chave fora?". O cara não podia ser mais direto: "Mas isso é óbvio!!!". Essa foi a senha para o Testinha, do alto de seus 1,60m, voar no pescoço do Jairzinho, um negão de 1,90m. "Eu vou te matar filho da puta". A troca de sopapos continuou até o fim da madrugada. Sempre com dois ou três tentando segurar o Testa. Já Jairzinho não falava uma palavra. Como quem estivesse pensando: "Que merda que eu fiz...".
É então que o dono da casa volta a se comunicar pelo outro lado da porta: "olha aqui. Não tem porra de chave nenhuma aqui não. A gente vai chamar um chaveiro e quando vocês saírem daí vocês estão fodidos". O Dr. Bactéria, um dos caras mais esquentadinhos que já conheci em toda minha vida, se emputece com aquilo e chama o anfitrião pra briga: "seu filho da puta! Você acha que eu estou aqui porque eu quero? Quando eu sair daqui vou te encher de porrada!". Tentamos acalmá-lo. Com os nervos controlados, ele pega uma chave de fenda que estava guardada no espelho do banheiro e tenta tirar as dobradiças da porta. Tira a primeira, a mais alta. Tira a segunda, a do meio. Mas a terceira estava impossível. Pedimos pela janela um martelo para arrancar a dobradiça, mas o dono da casa foi prudente: "tá louco? tem um cara querendo matar o outro aí e eu ainda vou colocar um martelo aí dentro? Nem pensar...". Fez bem. Já pensou o Testinha com um martelo na mão?
O BIG-TWENTY E SUA SABEDORIA: Enquanto isso, sabe-se lá por que cargas d'agua, Big-Twenty, o cara de camisa rosa, não havia entrado no banheiro. Fora o único arruaceiro a acompanhar todos os fatos do lado de fora da desgraça. Sábio como ninguém, ele chama Bruce e eu na janela do banheiro e tenta nos tranqüilizar: "Negada, fiquem tranqüilos. Vocês não são bandidos. Tem um monte de caras aqui querendo dar porrada em vocês. Mas se nego vai dar porrada nos meus amigos, eu vou dar porrada neles. E tem mais! A polícia está vindo aí. Mas fiquem tranqüilos porque vocês não são bandidos!". Pronto. Estava completamente fodido. Preso por duas horas no banheiro com seis bêbados. Vira pra mim um cara de camisa ROSA e tenta me TRANQÜILIZAR com aquelas sábias palavras. Só ele mesmo...
TROPA DE ELITE: Quando Big-Twenty deu o recado de que tinha um bando de bombado querendo encher a gente de porrada e que a PM estava a caminho, Testinha, que já havia envelhecido uns 15 anos com aquela situação, brada com o dedo em riste: "A gente só está nessa porra por causa desse filho da puta!", gritou já partindo para o pescoço do Jairzinho de novo. Eis que chegam quatro PMs, de colete à prova de balas, e cada um com uma arma na mão. "Fodeu de vez", pensei. Mas para a minha surpresa, os próprios homens de farda ajudaram na busca da chave. Cada um com uma lanterna na mão. Mas nada da maldita. E Big-Twenty lá. Esclarecendo pra todo mundo: "Não tem bandido lá. Os caras são meus amigos". Ainda bem que Big-Twenty estava lá para deixar isso bem claro, não é mesmo?
INSTANTES FINAIS DE AGONIA: Olhei no meu velho Cosmos à prova d'agua no pulso esquerdo: 4h25!!!! Entrara no mijadouro por volta de 1h30 da manhã. Já faltava oxigênio. Eis que chega a amiga do Bruce, a mesma que o convidou pra festa e faz um singelo comunicado: Bruce, o chaveiro está aqui. Vocês terão que passar R$ 80 por baixo da porta para ele abri-la". O Dr. Bactéria voou pra cima da porta, começou a socá-la e gritar: "abre logo essa porra! Você acha que alguém está se divertindo por estar aqui? Hein?!". Bruce tentou acalmar a situação e garantiu à anfitriã que pagaria o cidadão assim que saísse do cárcere. Enquanto isso, a gente vai ensaiando como será nossa saída, o que vamos dizer. Coube a Bruce ser o representante do grupo de sete otários. Meia hora de muita tentativa do chaveiro e a porta enfim se abre.A LIBERDADE: um olha para o outro com cara de otário. "E agora? Vai na frente Bruce". Saem os sete babacas, enfileirados. Eu olho rapidamente pelo recinto e me deparo com TODOS (!!!) os mesmos convidados que encontrei no momento em que cheguei na festa. Ninguém foi embora! Havia pelo menos 80 pessoas. Todos curiosos para conhecer os sete manés que destruíram a festa. Sem contar os quatro PMs, armados até os dentes, e o chaveiro com sua caixa de ferramentas na mão.
Depois de um silêncio genesiano (aquele de antes da criação do mundo), Bruce, com as duas mãos juntas e balançantes, quebra o silêncio: "Rapaziada, eu posso explicar. Esse rapaz aqui (apontando pra mim) entrou no banheiro para dar uma mijada e os outros, todos bêbados, entramos para zoar. Coisa normal de bêbado. Mas aí esse imbecil aqui (apontando para o Jairzinho), um idiota com barba na cara, tranca a porta e joga a chave fora. Pronto. Foi isso que aconteceu". Alguns segundos de silêncio no recinto, seguidos de um burburinho estranho, cochichos, julgamentos e etc. O sargento da PM se volta para Jairzinho e pergunta se ele jogou mesmo a chave fora. O traidor fica calado, o que serviu de estopim para mais uma explosão do Testinha. "fala seu filho da puta, se não eu vou te matar!!!". O sargento teve que intervir: "calma garoto! deixa isso com a gente... E aí jovem, jogou ou não jogou?... ". Jairzinho balançou a cabeça positivamente e já foi sendo levado para a parede, onde foi devidamente revistado.
ENTRE MORTOS E FERIDOS: achei que aquele episódio fatídico tinha um fim ali. Mas enqüanto éramos interrogados por todos, Bruce ainda discutia com sua garota, que não parava de gritar no ouvido dele: "vocês são um bando de moleques. Isso não se faz, que vergonha...". Ela insistia em não acreditar na nossa versão. Acho que ela estava insinuando que havíamos provocado tudo aquilo de propósito. Foi ela inclusive que deu um cheque para o chaveiro. Ela continuou: "por que vocês fizeram isso? Que infantili...". Bruce interrompe subitamente e enche a boca pra gritar: "Cala a boca, PORRA!!". Terminava ali um lindo relacionamento de mais de dois anos...
Minutos depois, Dr. bactéria entra no quintal correndo. "Galera, me ajuda! O Testinha está lá no meio da rua querendo matar o Jairzinho. Ele está impossível". Bruce e eu corremos para o portão, onde encontramos Jairzinho encostado e Testinha no meio da rua chamando pra briga: "vem aqui desgraçado. Vou te arrebentar". Imobilizamos o Testa e o carregamos para o carro do Bruce. Jogamos ele lá dentro e o Bruce saiu arrancando. Como já estava no meio da rua, aproveitei para sair fora também. Entrei no carro, liguei meu toca-fitas, acendi um Lucky Strike e fui pensando até o caminho de casa: "nunca mais faço xixi em banheiro de festa. Daqui pra frente, só no mato".
MESES DEPOIS: almoço em família. Bruce está sentado na mesma mesa que seu irmão mais velho, que, naquela época, fazia mestrado de História na UnB. O irmão vira para ele e comenta: "bicho, tá rolando um papo lá na UnB que uns sete caras do CeuB acabaram com uma festa. Parece que um idiota trancou a porta e jogou a chave fora, algo assim...". Bruce ainda mastigava um suculento bife quando ouviu isso. Quase engasgando, arregalou os olhos, tomou um gole de água e se limitou a dizer: "Ah é? Putz... que bando de manés". Terminou o almoço e saíu para o trabalho. Carregou aquele segredo o dia inteiro.
À noite, já em casa, assistindo a um filminho com o irmão, ele não aguentou e admitiu: "tudo bem cara, eu tenho que confessar. Eu era um dos sete caras da festa. O Testinha também. E o Leandro, o Mendes... todos os caras". O irmão não queria acreditar. E a história foi ganhando proporções que fugiam ao nosso controle.
CICATRIZ ETERNA: Um ano depois, estou eu e Bruce no Calaf, um dos maiores fronts da guerra noturna brasiliense. Chega uma mulher que eu nunca tinha visto na minha vida, dá um tapinha nas nossas costas e, com um sorrisinho sem-vergonha, diz: "toda vez que eu vejo vocês por aí lembro daquela noite da festa do banheiro". Pronto. Éramos celebridades na cidade. Para o bem ou para o mal.
Lembram da primeira frase desse texto, de autoria de Alberto Roberto? Pois é. Eu comecei a contar essa história pra ele durante um churrasco entre amigos. Dois anos depois daquela fatídica noite. Nos 30 segundos iniciais, ele já se identificou com o conto e "chorando" de rir me perguntou: "Caralho! Não acredito que eram vocês os caras que acabaram com a festa!!! Aquela que um dos caras trancou a porta e jogou a chave fora! Teve polícia e tudo mais!!! Eram vocês mesmo?? Ha ha ha ha ha....". Definitivamente éramos celebridades. E aquilo que no ínicio não passava de lenda urbana, passou a nos acompanhar até os dias de hoje. Para o bem ou para o mal.
Sem mais para o momento...
* Nomes fictícios para preservar a identidade dos personagens dessa história (infelizmente) real
23 comentários:
Essa eu vou levar pro caixão!
mas foi armação, sacanagem de alguem da festa.. ninguem me convence do contrario! alguem escondeu a PORRA da chave...
mas que é uma história do CARALHO é! hahahaha
O pior disso tudo é lembrar da cara do Jairzinho dizendo: Mas isso é óbvio!
Sem mais para o momento...
Já vi Testinha, com sangue nos olhos, os dentes cerrados e os pulsos em riste me contando essa história...
Bom, eu como o único de fora na trupe do banheiro, vou lhes dizer o que estava fazendo na hora da tragéida: tomando uma cervejinha e azarando uma garota! E defendo a idéia de Kring, alguém achou a chave e a escondeu! Não é possível! Sabe o que acho mais engraçado nisso tudo? O Mendes jamais deu qualquer depoimento sobre tal... tô mentindo?! ô moleke falante!!! Abraços!
Esqueci de dizer. A certa altura da noite, mesmo com a confissão de Jairzinho, Mendes, sempre falante, levanta a polêmica: "mas será que foi ele mesmo?" Aí o Testinha queria bater no Mendes também, porque achava que ele estava defendendo o Jairzinho. Foi a única frase que saiu da boca do moleque em mais de 3h de cárcere. Como se não bastasse, o moleque sai do banheiro às 5h, azara uma mulher e PEGA ELA!!!!!! Inacreditável.
Sem mais para o momento...
uhauhauha..definitivamente um dos clássicos do novo século. Nada no mundo vai superar o momento em que o Leandro me deu um soco (?!?!) porque eu não conseguia parar de rir com o Renato. E a cara do Sr. Carlos Henrique durante toda epopéia...uhauhauhe. Excelente texto, fidelidade total à bagaceira que rolou.
Chorando de rir!
Preciso me recuperar...
hahahahahahahahahahahahahaha
Vcs são unicos!
Em pleno trabalho com matérias super complicadas, recebo um e-mail pedindo para eu ler o blog. Depois de alguns minutos, na silenciosa (acedite) redação, solto uma gragalhada alta. No mínimo acham que eu sou louca. hahahahaha
Mas, não tem como não rir !! Muito bom!
Tirando uma pequena mentira sobre minha ex-namorada, tá tudo certo! Mas não tem nada melhor do que lembrar o testinha partindo pra cima do idiota. Que momento!!!
kkkkkkkkkkkkkkk
Nada supera isso!!! Só vcs pra realizarem tal façanha... To rindo até agora!!
Imagino os momentos de desespero e angústia que nosso amigo Popus passou como único sóbrio do grupo! hahahahahahaha
Que momento!
Abraço
Este episodio custou o emprego de Jairzinho até no Balão Mágico...
hahaha... já tinha me contado ao vivo, mas lendo é demais... eu que naum entro em um banheiro ao mesmo tempo que vc... rsrsrs
Simplesmente a melhor história. O tom ranzinza traduz toda a desgraça... Sensacional!
Essa verdadeira lenda urbana tem que ser imortalizada em um livro de contos. Eu imagino o fanfarrão do Vintão tentanto tranquilizar a galera... não tem história melhor que essa pra ser contada e ouvida numa mesa de bar. Sensacional!
hauhauhahua
juro que ja tinha lido muitas façanhas engraçadas.. mas como essa.. só casos(ficticios) do Nando e Pezão do site Julio Fantasma. AUHuaHuAH
deve ter sido muito engraçado, tragico, mas muito comico!!
massa o blogger .. parabéns..
passa no meu depois, da uma força comecei hj com um amigo!
Bjinhuss
;***
huahuahuauhiahuiuuhaihaihaiahaaiha
uahiahuiahiahuia.. essa história é muito boa. Não interessa se já ouvi dez vezes, pois todas elas eu caio na gargalhada! E eu sou do time que acha que a chave estava escondida. Não posso acreditar que o mané jogou MESMO a chave fora. Não é possível!!! Bom Carnaval. Bjs
Melhor escrito desde "Jogos, Cachaças e dois bêbados irritantes". Vou preparar um "Kuesmaroto Flamejante" pra parar de rir :D
Hilariante! Melhor que isso, só recorrendo diretamente à fonte, num papo regado a cerveja.
Como bem lembrou Vick, tem uns textos antigos que também são impagáveis. Que tal revivê-los?
sem querer puxar-saco nesse momento, mas o MothaFockah já mandava muito bem nos textos enaquanto a gente ainda treinava redação pro vestiba!
pra vc ver neh.. uheuheue
tantos querendo UM, ou UMA e esses tres disputando um ao outro uheuheue..
que bom q curtiu meu blogger.. brigada pelo recado viu ^^
to esperando passar o carnaval, pra poder postar algo interessante... ;)
masa pode deixar recado sempre que quiser la...
Bjuss
;**
Ah, adicionei o seu nos meus favoritos la =)
Adendo para todos. Sexta-feira estou eu na mesa do bar com minha garota e dois amigos. Chega um outro cara (amigo de um dos amigos na mesa), o qual nunca tinha visto na minha vida. Enquanto contávamos histórias de bêbados, veio à discussão essa do "Sete otários e um banheiro". Não é que o cara (que eu nunca tinha visto na vida) conhecida toda a história!!!! Segundo ele, já ouviu essa história várias vezes por aí. Tô fodido. Definitivamente, somos celebridades...
Sem mais para o momento...
Também quero ser censurado!
Liberdade de expressão nos olhos dos outros é refresco!!
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